Morre o inventor dos amplificadores Marshall
Por André Luiz Costa (@RollouRock) – radiocultfm.com
A música perde mais um de seus nomes mais importantes. Morreu, aos 88 anos, Jim Marshall, um dos responsáveis pelo “som do rock”. O britânico foi o inventor dos amplificadores Marshall, que se tornaram os preferidos de ícones como Jimi Hendrix e Eric Clapton. A informação é do site oficial da Marshall, que não revelou a causa da morte.
Revista elege os 100 melhores guitarristas da história
Por André Luiz Costa (@RollouRock) – radiocultfm.com
A Rolling Stone Brasil resolveu fazer uma lista com os 100 maiores guitarristas da história, e para isso, contou com a colaboração de músicos e críticos de primeira linha. O resultado é uma edição de colecionador com três capas diferentes, mas com o mesmo conteúdo. O leitor vai poder escolher a revista com Jimmi Hendrix (1º lugar), Jimmy Page (3º lugar) e Eddie Van Halen (8º lugar), e conferir o ranking completo. O mais interessante é que os eleitos também ganharam uma resenha especial feita por outros músicos importantes, como Tom Morello, que comentou a obra de Hendrix, e Joe Perry (Aerosmith), que escreve sobre Jimmy Page. A edição já está nas bancas. Confira abaixo a lista dos dez primeiros colocados:
1º Jimi Hendrix
2º Eric Clapton
3º Jimmy Page
4º Keith Richards
5º Jeff Beck
6º B.B.King
7º Chuck Berry
8º Eddie Van Halen
9º Duane Allman
10º Pete Townshend
Morre Hubert Sumlin, ídolo de Hendrix
Por André Luiz Costa (@RollouRock) – radiocultfm.com
Morreu no último domingo (4/12) o guitarrista Hubert Sumlin, um dos maiores nomes da cena Blues de Chicago (EUA). Sumlin tinha 80 anos e seu modo de tocar influenciou artistas consagrados como, por exemplo, Keith Richards e Jimi Hendrix.
O músico norte-americano nasceu no Mississippi, passou a infância no Arkansas e mais tarde mudou-se para Chicago, onde tocou ao lado de Howlin’ Wolf. Quando Wolf morreu, em 1976, Hubert seguiu tocando com o grupo, que passou a se chamar The Wolf Gang. Em 2008, o músico recebeu uma homenagem (bem atrasada, por sinal) e entrou para o Hall da Fama do Blues.
Hubert Sumlin tinha 80 anos e fora diagnosticado com câncer de pulmão em 2002, o que o levou à remoção de um pulmão. Depois disso, o bluesman se apresentava apenas quando sua saúde permitia. Jimi, recebe o professor aí pra jam!
Jimi Hendrix: se estivesse vivo, completaria 69 anos hoje
por Luck Veloso – radiocultfm.com – Ele influenciou meio mundo no rock e desde seu nascimento, em 27 de novembro de 1942, implantou no rock uma sonoridade que, até hoje, poucos conseguiram sequer chegar perto. Dono de uma técnica peculiar, tocava com a guitarra (e cordas) invertida pelo fato de ser canhoto, aplicando mais esse charme ao mundo das guitarras. Batizado Johnny Allen Hendrix, logo assumiria sua alcunha mais conhecida: Jimi Hendrix. Sucesso inicialmente na Europa, logo chegaria aos EUA através do famoso Festival Pop de Monterrey. Muitos críticos musicais afirmam que ainda está para nascer um guitarrista como ele. É bem provável que estejam certos. Nao havia limites nas apresentações de Hendrix, que uma vez afirmou querer fazer com a guitarra, o que um de seus ídolos (e com quem também tocou) Little Richard fazia com a voz.
A vida de Hendrix foi como a de todo rock star que se preza, regada a muitas noites sem dormir, muito álcool e, é claro, drogas. Essa combinação explosiva levaria a vida do gênio das guitarras em 18 de setembro de 1970, em circunstancias até hoje não muito claras. Teria morrido por excesso de álcool bebido voluntariamente ou teria sido forçado a isso, como afirmam algumas fontes, que dizem ter sido o então empresário Mike Jeffrey o mandante do crime… O certo é que Hendrix foi encontrado com enorme quantidade de vinho nos pulmões, vindo a falecer afogado em vinho, literalmente, entrando para o seleto clube dos que partiram aos 27 anos de idade. O legado de Jimi é de enorme importância para a história do rock mundial. Através dele, foi possível sonhar e imaginar que em termos de guitarras, tudo é possível, mas tudo mesmo! Hoje, neste 27 de novembro, se ainda estivesse vivo completaria 69 anos e com certeza, estaria aqui como um vingador negro da música, flamejando sua guitarra raivosa pelos festivais ao redor do globo.
Romance ´27´ narra história de roqueiro que deseja morrer como os ídolos
por Luck Veloso – radiocultfm.com – Pegando carona no assunto inevitável das últimas duas semanas, o Rock, destacamos o lançamento do livro “27″, de Kim Frank. O romance narra a história de um roqueiro que é obcecado pela idéia de morrer aos 27 anos, assim como seus maiores ídolos da música. A chamada ´maldição dos 27´ tem levado importantes nomes da música mundial, como recentemente ocorreu a Amy Winehouse e que não poupou outros nomes como o guitarrista virtuose Jimi Hendrix, o líder do The Doors, Jim Morrison, o vocalista do Nirvana Kurt Cobain e ainda, o fundador dos Rolling Stones, Brian Jones.
Kim Frank, o autor, é um jovem escritor alemão bem familiarizado com a estética e o mundo do rock. Durante oito anos (entre 1994 e 2002) foi vocalista da banda “Echt”, chegando a vencer o “Prêmio Bambi”, um dos mais importantes da mídia alemã. Coincidencia ou não, o autor tinha 27 anos quando escreveu seu romance de estréia mas pelo visto, preferiu colocar suas tendências suicidas em um personagem a realizar pessoalmente tal feito. O livro sai agora no Brasil pela Editora Alaúde ao preço de R$ 31,50. Parece ser interessante…
Assista show histórico de Jimi Hendrix
Por André Luiz Costa (@RollouRock) – radiocultfm.com
Há 41 anos o mundo perdia James Marshall Hendrix, mais conhecido como Jimi Hendrix. E para homenagear o maior guitarrista de todos os tempos, postamos no site da Rádio Cult FM o link para um show histórico. Dá uma passadinha lá pra conferir. E aproveita pra dar uma ouvida na nossa rádio também.
Acesse: www.radiocultfm.com
Prince transformará a Leopoldina em santuário
por Luck Veloso – radiocultfm.com – “Eu iria ao show do Prince mesmo que ele pisasse no palco somente para pregar!”. A afirmação é de minha amiga e jornalista Andréa Alves e certamente reflete o espírito da grande maioria que está com o passaporte comprado para a viagem que será o Festival Back 2 Black no próximo final de semana, na estação Leopoldina, no Rio de Janeiro. Para quem é de fora do Rio, só pra se ter uma idéia, a Leopoldina não é uma casa de shows. É uma estação central de trens, um terminal que remetia a várias rotas da cidade. Embora esteja sendo usado nos últimos anos como palco para festivais, talvez resida aí justamente o maior charme do evento, sair das esferas ‘normais’ de acontecimentos.
Com o príncipe de Minneapolis tem sido igual. Nascido Prince Rogers Nelson, o então menino Prince ganhou sua primeira guitarra do pai, que tocara outrora em um grupo chamado Prince Rogers Trio e que serviria de base para batizar o menino. A partir de então, juntando sua genialidade precoce as influencias de James Brown, Jimi Hendrix e outros mestres, o pequeno Prince cresceu, não em estatura mas sim no nome e com suas brilhantes idéias. Muitos o comparam a outro gênio morto recentemente, Michael Jackson mas Prince tem um lado mais obscuro que o outro astro, tanto que em determinado momento da carreira decidiu trocar seu nome por um símbolo, por conta de uma briga judicial com uma gravadora.
Convertido, Prince é Testemunha de Jeová, o cantor chega aos 53 anos com cara de menino e conforme comprovam vários links pela internet, continua com energia de sobra para poder mostrar ao Brasil novamente toda sua lista de grandes hits que vao de When Doves Cry a Kiss, passando ainda por Purple Rain, talvez um de seus maiores sucessos de todos os tempos. O cantor declarou que dedicará maior parte do show a antigos sucessos, então será festa garantida para fas e novos conhecedores.
O evento terá ainda a participação de muita gente de peso como Ana Moura, portuguesa que atualmente dedica-se ao fado mas que já usou a garganta a serviço do rock. Ela se apresenta ao lado de Gilberto Gil o que com certeza renderá um excelente tempero a noite desta sexta feira, dia de abertura do evento. A cantora ficou bem conhecida após ser escolhida pelo saxofonista dos Rolling Stones, Tim Reis, para participar em duas faixas do “The Rolling Stones Projetc“, trabalho que reuniu artistas em torno de versoes para grandes hits da banda de Mick Jagger e cia. Em seguida Moura foi brindada com a presença da banda ilustre em seu show e consequentemente, foi convidada por eles a participar de um evento onde cantaram para 40 mil pessoas.
Woodstock: 40 anos de celebração a paz e liberdade
por Luck Veloso – radiocultfm.com – Em 15 de agosto de 1969 o vilarejo de Bethel, em Nova York, se transformou em palco de um dos mais célebres festivais do mundo, o Woodstock, que influenciaria gerações após sua primeira edição, que reuniu gente do calibre de Jimi Hendrix, The Who, Jefferson Airplane, Janis Joplin e tantos outros que fizeram história no mundo do rock. Foram três dias de evento que reuniram cerca de 500 mil pessoas que viviam naquela época, o grande sonho Hippie de viver em paz e amor com seus semelhantes, propondo a criação de uma verdadeira sociedade alternativa.
A grande utopia funcionou na mente daquelas pessoas por pelo menos alguns instantes e movidos a muita música, LSD e banhos de lama, as pessoas viveram os tempos da liberdade sexual exagerada e abriria para todo o planeta a questão da liberdade que há tempos já era pensada mas que depois de Woodstock foi muito mais amplamente discutida. O evento serviria durante muito tempo como referência para produtores de festivais que tinham o rock como tema. Atualmente existe no local do show o Centro para as Artes de Bethel Woods, que recebe desde que o evento ocorreu, verdadeira peregrinação de fãs, tanto das bandas que por lá se apresentaram quanto novos entusiastas de uma ideologia utópica que ficará para sempre nas mentes e nos corações de todos, passados de geração em geração.
Conheça o site do Bethel Woods Center for the Arts, onde ocorreu o Woodstock

















